Paróquia Sant'Ana Sousas
Paróquia

Sant'Ana Sousas

Histórico

matrizComo começou

Permaneceram por mais tempo:

Rol dos Padres que Serviram nossa Paróquia

Ano     Presbítero​

1898 • Padre Miguel Guilherme
1903 • Padre Francisco de Campos Barreto ( março 1903 a dezembro 1904, posteriormente Bispo de Campinas)
1905 • Padre Francisco Maria Terlizzi
1909 • Cônego Samuel Fragoso
1909 • Cônego Aristides Silveira
1911 • Padre Agostinho Manuel
1911 • Padre Américo Augusto de Carvalho Borges
1911 • Padre Ataliba Corrêa de Melo
1911 • Cônego Oscar Sampaio Peixoto
1912 • Cônego – Artur Barbosa da Guerra Leal
1915 • Cônego João Calazzans Nogueira
1916 • Cônego Francisco Bortolomeu
1918 • Padre Brito Franco
1919 • Padre António Caravella
1920 • Padre Mário Addondanza
1920 • Padre Nino Gallina
1921 • Cônego Jerônimo Galo
1923 • Padre António Echevaria Diaz
1924 • Padre Mário Montefeltro
1925 • Padre Francisco de Campos Machado
1927 • Padre Luiz Soriano
1931 • Cônego José Maria Corrêa Caminha
1938 • Padre João Martins
1948 • Padre António Caetano Magalhães
1960 • Padre Constantino Cardinalli
1963 • Padre Casemiro Gomes de Abreu
1964 • Padre Synval Francioso
1971 • Padre João César Rezende (1 mês)
1971 • Padre António Janoní
1972 • Monsenhor Thiers P. Lício
1972 • Padre João Rezende (1 mês)
1972 • Padre António Jannoni
1972 • Padre Fernando Godoi Moreira
1973 • Cônego Luiz de Campos
1985 • Padre Geraldo de Araújo Gomes
1987 • Cônego Fernando de Godoy Moreira
1987 • Padre Paschoal Brazilino Canoas
2002 • Padre Pedro Piacenti
2002 • Padre Mauro Sérgio
2004 • Padre Roberto Lourenço Fransolin (Monsenhor a partir de Setembro 2010)
2007 • Diácono Mário Roberto Maróstica (desde 2007)
2011 • Padre Paulo Roberto Emiliano (04/02/2011)

2017 • Padre Marco Antonio Amstalden (26/02/2017)

Salão Paroquial

Em 29 de julho de 1978, houve o lançamento da pedra fundamental do Salão Paroquial, ao lado da Matriz de Sant’Ana, por Dom Antonio Maria Alves de Siqueira, então Arcebispo Metropolitano de Campinas.

Cemitério

No início de 1898, Clemente Gomes Fonseca doou terreno de sua propriedade para a criação de um cemitério, que foi construído por subscrição ente os moradores do Arraial, tendo à frente da construção Maneco Rosa.
Aos 4 de julho de 1898, o cemitério recebeu os restos mortais de dona Maria Augusta, 45 anos, esposa de Manuel Correa.
Em 20 de dezembro do mesmo ano o cemitério foi entregue à municipalidade.